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Rum: descubra como preparar drinks com a bebida apreciada pelos piratas

O rum pode ser feito de duas formas distintas: a agrícola, obtido diretamente do caldo de cana fermentado, ou industrial, obtido a partir do melaço

A história da bebida começa no ano de 1433, quando a cana-de-açúcar começou a ser cultivada na região de Caraíbas, no período de Cristóvão Colombo. A cana era levada pelas esquadras de Colombo a partir das Ilhas Canárias. Sendo assim, no começo do século XVI, foi produzido o primeiro rum destilado a partir da cana-de-açúcar. O rum pode ser feito de duas formas distintas: a agrícola, obtido diretamente do caldo de cana fermentado, ou industrial, obtido a partir do melaço. A destilação pode ser feita em uma coluna de destilação ou em um alambique.

Com o passar dos anos, a história do rum acabou sendo associada com a história dos piratas. “Acontece que muita gente diz que eles bebiam o rum antes de batalhas, como uma forma deles se sentirem mais corajosos e valentes, então isso acabou criando essa relação entre a bebida e os saqueadores do mar”, explica Joseph Van Sebroeck, criador do Cavendish Rum. O empreendedor decidiu batizar a bebida com esse nome por conta do pirata inglês Thomas Cavendish, que fez história quando usou a região de Ilhabela, litoral de São Paulo, como base por cinco anos.

“Meu pai sempre me contava essa história quando eu era criança, então o rum foi uma forma de manter o seu legado vivo”, diz Sebroeck. Para quem quer comemorar essa data da forma mais apropriada possível, que é saboreando um drink, Soham Bello, bartender parceiro da Cavendish Rum explica como preparar dois drinks diferenciados, confira:
 

- Bacurau
Ingredientes
60 ml de rum
10 ml suco de limão Tahiti
10 ml suco de limão siciliano
5 ml xarope simples
80 ml caldo de cana
Uma pequena quantia de Bitter Angostura

Modo de preparo
Juntar tudo na coqueteleira e bater com gelo. Coar em um copo baixo.

- Mai Tai
 
Ingredientes
40ml de rum
15 ml de Falernum
10ml de suco de limão
 
Ingredientes para produzir o Falernum
180 ml de rum
420 ml de xarope de açúcar
40 unidades de cravo-da-índia
200 g de amêndoas laminadas
10 ml de extrato de amêndoas
140 g de fatias de gengibre sem pele
130 ml de suco de limão tahiti coado
Casca de 9 limões tahiti (sem a parte branca)
 
- Modo de preparo do Falernum
Em um recipiente, coloque o gengibre, o rum, os cravos-da-índia, a pele de limão e as amêndoas laminadas e deixe descansando por aproximadamente 24 horas. Depois, coe e misture com o xarope de açúcar, o extrato de amêndoas e o suco de limão.
 
- Modo de preparo Mai Tai
Coloque todos os ingredientes em um copo longo e sirva com pedras de gelo. Decore com algumas folhas da fruta.
 
Sobre o Cavendish
O Cavendish Rum foi desenvolvido por Joseph Van Sebroeck, de família proprietária de alambique na região de Ilhabela, e tem notas aromáticas de baunilha, banana e cana.  A bebida é uma homenagem ao litoral de São Paulo, já que o nome é uma referência ao pirata inglês Thomas Cavendish, que fez história quando usou essa região como base por cinco anos. O rótulo é o segundo produto produzido pela Destilaria Dona Filó.

Para comemorar 40 anos, Seleta lança loja virtual

O espaço virtual, chamado Loja Seleta, conta com toda a linha de produtos da marca, além de kits e descontos exclusivos

Fundada em 1980 por Antônio Rodrigues, a Seleta revolucionou o mercado de cachaça no Brasil ao profissionalizar o processo de produção da cachaça de alambique, sendo pioneira na produção, distribuição e exportação de cachaça artesanal. Fiel às suas raízes, seu lema “fazer cachaça para quem aprecia cachaça, de forma artesanal, como manda a tradição” lhe renderam a posição de uma das cachaças mais vendidas e premiadas no Brasil e no mundo.

Recentemente, em comemoração às quatro décadas de sucesso e muito empenho, a Seleta lançou uma edição especial de sua linha ouro: a Seleta Edição Comemorativa 40 Anos. Agora, como parte de sua campanha de comemoração de seus 40 anos, a Seleta lançou um espaço virtual onde seus clientes terão acesso a toda a linha Seleta, além de produtos exclusivos com descontos especiais: a Loja Seleta.

“Quarenta anos é uma idade muito especial, sobretudo para uma empresa, e a inauguração de nosso e-commerce pareceu bastante apropriada para a ocasião. No entanto, com o cenário que se instaurou após a pandemia, identificamos a necessidade de os consumidores adquirirem os produtos no conforto de seus lares e nos antecipamos em levar a eles essa comodidade.”  - Explica Gilberto Luiz, diretor executivo da empresa.

Com uma interface bastante intuitiva e agradável, a Loja Seleta conta com itens exclusivos, além de toda sua linha de cachaça com descontos especiais. “Nesse cantinho, separamos um pouco da nossa história, de novidades do nosso blog como receitas e, o mais importante, que o nosso consumidor terá acesso a todos os nossos produtos, presentes e kits exclusivos que só encontrarão no nosso e-commerce, além de descontos especiais para nossos clientes on-line.” – complementa Daniela Rodrigues, diretora de marketing da empresa.
 
Status de bebida premium
Tudo começou quando Antônio Rodrigues, conhecido como o Rei da Cachaça, decidiu mudar a percepção que as pessoas tinham sobre a bebida e mostrar que a cachaça é um destilado de excelente qualidade e que pode ser apreciado de diferentes maneiras. Para isso, decidiu se instalar em Salinas, uma região estratégica, conhecida como a Capital Mundial da Cachaça e que recebeu o Selo de Indicação Geográfica, em 2012. 
 
As características do clima, solo e localização geográfica, são responsáveis pela qualidade e sabor das cachaças. Hoje, a Seleta possui mais de 100 colaboradores, se tornou uma marca consagrada e ganhou status de bebida premium. Além da fábrica, a empresa possui uma engarrafadora e galpões próprios no norte de Minas.
 
Sobre a Seleta
A história de uma das cachaças de alambique mais tradicionais e apreciadas do país começou com a ousadia do salinense Antônio Rodrigues que, em 1980, fundou a Seleta. Toda a produção da Seleta está concentrada na Fazenda Engenho dos Rodrigues, em Salinas, cidade localizada no norte de Minas Gerais. Conhecida como a Capital Nacional da Cachaça, Salinas recebeu em 2012 o selo de Indicação Geográfica pelas características do clima, solo e localização geográfica, responsáveis pela singularidade das cachaças produzidas na região.
Saiba mais em www.lojaseleta.com.br

Dia do whisky: Empreendedores querem provar que versão nacional tem qualidade

No terceiro sábado do mês de maio é comemorado o Dia Mundial do Whisky. Esse ano, a data será comemorada no dia 15 de maio. A comemoração surgiu no dia 27 de março de 2008 e foi oficialmente lançada no Whisky Festival Northern Netherlands de 2009. Desde então, sempre no terceiro sábado de maio, acontecem diversos festivais e eventos pelo mundo direcionados ao universo dessa bebida. Muitos apreciadores de whisky acreditam que apenas as marcas importadas costumam ser de qualidade, mas existem diversos brasileiros que querem mudar essa percepção, como é o caso do empreendedor Henrique Carolenske.

Natural de Maringá, Interior do Paraná, ele sempre gostou de apreciar bebidas em eventos especiais e com os amigos, e tinha o sonho de ter sua própria marca de bebidas, mas era um desejo distante, já que ele sabia que teria de investir bastante dinheiro e, até então, não possuía conhecimento na área. Dessa maneira, acabou se tornando um empreendedor da área de produtos de beleza e nutrição. “Comecei até cursar faculdade de arquitetura, mas o retorno que eu tinha vendendo esses produtos era muito mais interessante, então decidi parar com o curso”, explica Carolenske.

Ele chegou a faturar bastante vendendo os produtos de beleza, porém, toda vez que ia viajar, acabava visitando alambiques e se encantava cada vez mais com esse universo. “Certo dia estava na praia olhando as redes sociais, quando encontrei, por acaso, o anúncio de um empreendedor que dizia ensinar como ter sua própria marca de bebida destilada sem ter um alambique e com baixo investimento”, afirma Carolenske.

O empreendedor em questão era Leandro Dias, que criou o curso “Lucrando com bebidas”. Além do curso, Dias também possui sua própria bebida, a Middas, que é conhecida por ser a única cachaça no mundo produzida com flocos de ouro. Após fazer o curso e perceber que era possível ter sua própria marca sem muita burocracia e sem um investimento milionário, Carolenske decidiu então dar início ao projeto de uma marca de whisky nacional. “Eu decidi produzir esse destilado, pois sempre que lembro do whisky, eu lembro de pessoas brindando algo especial. Além disso, eu quero acabar com o preconceito e provar que é possível produzir whisky de qualidade no país”, ressalta o empreendedor.

Para conseguir chegar no sabor ideal do Whisky, Henrique recebeu diversas amostras da bebida de destilarias indicadas por Dias, porém, nesse período, ele acabou contraindo Covid-19, e como havia perdido tanto o paladar como o olfato, os amigos acabaram sendo os responsáveis por degustarem as amostras. “Assim que eu me recuperei, experimentei as amostras que as pessoas tinham dito que eram as melhores, até encontrar o whisky ideal”, diz Carolenske.

Batizado de Whisky Lemac, a proposta da bebida (cuja produção é totalmente terceirizada) é ser uma experiência gastronômica e artística. A bebida será lançada no final do mês de maio, e as 100 primeiras garrafas single malt serão numeradas e irão contar com alguns brindes exclusivos, para provar que além da qualidade do sabor, o Brasil também investe em design. “Desde que meu pai faleceu quando eu tinha 25 anos, eu sempre quis deixar um legado da minha família no mundo, e agora, com o lançamento do whisky, o legado da família irá permanecer em forma de bebida”, finaliza o empreendedor.

Inspiração materna
A vontade de ajudar a própria mãe fez com que o empreendedor paulista Bille Marinho, de 26 anos, se aventurasse no mercado de bebidas e lançasse sua própria marca de whisky. Sua mãe, Rosangela Chagas, fundou em 1994 uma empresa de moda country, e, em 2009, criou uma empresa voltada para o mercado de figurinos de luxo para shows, teatro e eventos, batizada de Figurinos Ponto de Luz.

"Minha mãe criou praticamente minhas duas irmãs e eu sozinha, sem contar que ela saiu de uma situação de extrema pobreza, onde ela teve de trabalhar em regime sub-humano, e conseguiu ser uma empresária do segmento de luxo, então eu falei com ela e com minha irmã Beatriz sobre a possibilidade de criar um negócio que poderia se tornar nossa principal fonte de renda e pudesse poupá-la de trabalhar e fazer esforço braçal", explica Marinho.

Foi então que, em 2019, Bille e sua irmã Beatriz decidiram dar os primeiro passos do que viria a ser o whisky Século7. A ideia de investir nessa bebida foi através da influência dos clientes da empresa de sua mãe. "Como todos eram muito bem relacionados e com alto poder aquisitivo, achei que seria uma boa ideia apostar nesse público-alvo", diz o empreendedor. A primeira lembrança que ele diz ter do whisky foi com a sua mãe trazendo uma garrafa do mercado e dizendo que era para eles relaxarem um pouco, então aquilo ficou na cabeça dele como uma bebida feita para os momentos prazerosos.

Gomes sempre trabalhou como web designer, e, com a pandemia, decidiu no ano passado realizar um curso online para entender melhor como poderia pôr em prática o sonho de criar o próprio whisky. Após o curso, ele não teve mais dúvidas: decidiu se dedicar apenas ao projeto da Século7. "Como alguns brasileiros costumam ter um certo preconceito com bebidas nacionais, queremos participar de concursos internacionais para conseguir credibilidade e confiança no mercado nacional", ressalta Marinho.

O Single Malt Smoked Whisky Século7 foi lançado oficialmente no dia 03 desse mês e pode ser adquirido através do site https://seculo7.com.br/onde-comprar/. Com o objetivo de ser sustentável, a marca fechou uma parceria com o projeto Eu Reciclo, que conecta marcas de bens de consumo com recicladores, promovendo reciclagem com responsabilidade social. "Nosso plano é lançar diversas linhas de produtos além do whisky, para termos mais opções de produtos voltados para o mercado de alto padrão", finaliza o empreendedor.

Buscando renda extra, brasileiros investem em cursos online que ensinam como ganhar dinheiro com bebidas

Com mais tempo em casa, a solução foi buscar em cursos uma alternativa para expandir as ideias, se distrair e ainda conseguir fonte de renda alternativa

É na crise que surgem as oportunidades. Este ditado empreendedor nunca foi tão verdadeiro como no momento atual. Em meio a uma série de incertezas causadas pela pandemia do coronavírus, uma turma especial de empreendedores descobriu um novo mercado. É cada vez maior o número de pessoas que resolveram apostar no ramo da bebida adulta não só como tábua de salvação para o momento presente, mas como uma grande aposta para a médio e longo prazo. E não é para menos, de acordo com um levantamento recente feito pela Synapcom, empresa especializada em plataformas de negócios digitais, no ano passado houve um aumento de 960% nas vendas de bebidas alcoólicas somente pela internet.

É neste cenário que surge como alternativa o Lucrando com Bebidas, um curso totalmente online, que ensina o passo a passo para que qualquer pessoa possa ter uma marca de Cachaça, Whisky, Gin, Vodka, Rum, Bebida alcoólica mista, sem que ela precise investir uma fortuna para montar uma destilaria. “Tudo que o empreendedor vai precisar fazer é seguir as dicas do curso para criar uma marca forte e duradoura da bebida que ele quiser colocar no mercado”, afirma Leandro Dias, um dos criadores e professor do curso Lucrando com Bebidas.

"Grande parte dos nosso alunos fazem o curso já pensando em investir em um negócio próprio para conseguir uma fonte de renda alternativa nesse período.”, explica Leandro Dias. Lançado no ano passado, já passaram pelo curso mais de 1000 alunos interessados em investir em um mercado lucrativo e que teve um crescimento considerável por conta da pandemia. “Os alunos são atraídos principalmente pela possibilidade de criar a própria marca de bebida investindo partir de 2 mil reais”, comenta Dias. Ele reforça ainda que antigamente ter uma marca de bebidas destilada significava ter que investir uma fortuna em equipamentos de produção, mas hoje a realidade é bem outra.
 
Das pick-ups para os destilados

Um dos setores que tem registrado maior queda no faturamento desde que começou a pandemia sem dúvida é o de festas e eventos. "Sou formada em radiologia, mas sempre gostei de música e festas, então me profissionalizei e hoje trabalho como DJ. Porém, em função do isolamento social, tive de abrir mão da paixão de tocar, e resolvi diversificar", explica Bruna Belter.

Com mais tempo em casa, certo dia, em uma conversa com sua amiga biomédica Tamara Boeira, Bruna discutia com ela sobre o mercado de gin no Brasil. “Nós tínhamos aquele preconceito de que bebida alcoólica boa precisava ser importada, até que começamos a pensar sobre a possibilidade de produzir nosso próprio gin em casa”, afirma Bruna. Foi então que elas decidiram fazer o curso online Lucrando com Bebidas.

"Como somos de Cascavel (PR) e moramos perto da fronteira, que nos dá fácil acesso a bebidas importadas, nós tínhamos noção do sabor e da qualidade das bebidas renomadas do setor, então desenvolvemos uma receita em casa. Compramos um alambique pequeno e nos surpreendemos com o resultado já na primeira produção", diz Bruna. Com a pandemia, elas começaram a pensar em novas possibilidades e na ideia de vender o gin para obterem uma renda extra.

Após enviarem a receita para uma destilaria, o desafio foi desenvolver um produto que conquistasse a confiança dos brasileiros. Para isso, investiram em um gin premium com botânicos, além de uma garrafa francesa. “Nosso objetivo é justamente mostrar que é possível uma bebida ter qualidade e ser fabricada no Brasil”, ressalta Bruna. A ideia da bebida começou em novembro do ano passado, e até o momento elas já investiram R$50 mil reais.
 
Por conta da pandemia, a bebida será vendida inicialmente pelo site e pelo Instagram @donnagin.br. O objetivo é comercializar a bebida para todo Brasil já no mês de maio. "Como as pessoas estão priorizando comprar de pequenos empreendedores nesse momento, nossa expectativa é bastante positiva. Além disso, como estamos passando por esse momento delicado, o álcool consumido com moderação ajuda a relaxar um pouco", finaliza Bruna.

Descubra como os barris de madeira transformam o sabor e a cor das cachaças

Com a prática de envelhecimento da cachaça em barris, as características sensoriais da bebida aumentam em até 65%

O processo de transportar e conservar bebidas alcoólicas em barris de madeira é feito há mais de dois mil anos. No início era apenas uma forma de armazenar e deslocar grandes quantidades de vinho. Com o passar do tempo descobriu-se que esse tipo de armazenamento agregava sabor a bebidas fermentadas como o vinho e, posteriormente, a muitos tipos de destilados como a cachaça. Com essa prática, as características sensoriais da bebida aumentam em até 65%. Se a cachaça pura já é bastante apreciada e consumida, após passar por barris ela ganha uma nova identidade e valor.
 
“Hoje em dia, as cachaças artesanais que são comercializadas costumam permanecer no mínimo um ano em tanques de inox, já que esse método contribui para oxidação de alguns compostos, além de ser um recipiente de estocagem onde ela descansa e aflora algumas características sensoriais”, explica Evandro Weber, diretor da Weber Haus. Porém, se o objetivo do produtor é mudar a cor e o sabor da bebida, é preciso passar pelo processo de envelhecimento.

“Nós deixamos todo o líquido por um ano em um barril de no máximo 700 litros”, diz Weber. O resultado do envelhecimento depende de algumas questões como qualidade da bebida, teor alcoólico, condições ambientais de armazenamento e a capacidade do barril. Para uma cachaça ser classificada como prata, ouro, premium, extra-premium ou reserva especial, é preciso levar em conta o tempo de maturação em barris e dornas de madeira.
 
É no processo de maturação que o álcool retira compostos da madeira, e o oxigênio presente nas porosidades do barril influencia na formação de aldeídos e ácidos que alteram a bebida. Hoje há diversos barris de madeira utilizados no envelhecimento da cachaça, sendo que cada um possui características distintas. A Weber Haus utiliza sete tipos de madeiras diferentes, e o resultado é inúmeros tipos de Blends:

- Amburana
Bastante popular no Brasil, a Amburana é uma madeira bastante perfumada, possui aromas de groselha, manjericão, frutas mistas, mel, melado e rapadura. Ela também influencia na cor da bebida, deixando-a com tom amarelado ou dourado.
- Bálsamo
Natural de Rio Grande do Sul, o aroma dessa madeira é mais frutado e lembra especiarias. Quando a cachaça é envelhecida em Bálsamo, adquire uma coloração esverdeada. Já o sabor ganha um aspecto mais seco, com características de cravo, camomila, novalgina, canela, aniz, erva doce, amêndoa e cítrico.
- Carvalho Francês
As cachaças envelhecidas em carvalho francês costumam ser pouco tânicas e sensorialmente possuem notas de nozes, amêndoas, baunilha, chocolate e tabaco.
- Carvalho Americano
Já as cachaças envelhecidas em carvalho americano são conhecidas por conta do aroma bastante característico: notas de côco, baunilha, alcaçuz, amêndoa, mel e tabaco se fazem presente.
- Cabriúva
Natural desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul, quando a cachaça é envelhecida por muito tempo em tonéis antigos de cabriúva, ela ganha uma cor dourada com tons esverdeados. O aroma intenso traz notas de aromas herbáceos intensos e nozes torradas.
- Canela Sassafrás
O Sassafrás brasileiro (Ocotea odorífera) é nativo desde Santa Catarina até a Bahia. Quando uma cachaça é envelhecida nesse tipo de madeira, ela ganha um tom amarronzado e um gosto forte e bastante amadeirado além de aroma de menta, hortelã, pinho, cardamomo, cânfora, canela e pimenta.
- Grapia
Ela pode ser encontrada em diversas regiões como Amapá, Pará e Mato Grosso do Sul. A Grapia é capaz de reduzir o teor alcoólico da cachaça, resultando em uma bebida mais suave e amadeirada. No aroma apresenta notas de abacaxi, compota de damasco, manga, herbáceo de cana e rapadura.
 
Sobre a Weber Haus
A história da família Weber no Brasil tem início em 1824, quando saíram da cidade alemã de Hunsrück para morar no Lote 48 das encostas da Serra Gaúcha, hoje chamada Ivoti. Ao adquirir as terras, a família iniciou o plantio de batata inglesa. Foi só em 1848, com o plantio de cana-de-açúcar, que começaram a elaborar cachaças para consumo. O destilador foi construído após um século e era formado apenas por um galpão com um engenho de tração animal. Atualmente, a Weber Haus já coleciona mais de 100 premiações e certificados importantes para a agroindústria.
 

Saiba mais em www.weberhaus.com.br
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