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Depois de 18 anos, Br'Oz está de volta com single e clipe inéditos

Depois de 18 anos, Br'Oz está de volta com single e clipe inéditos

Sim sim sim. Eles estão de volta e com música inédita. “Insana” é a primeira música inédita que o Br’Oz lança depois do retorno. E a faixa vem acompanhada de um clipe com direção geral de Rick Bonadio. Assista aqui.

Dezoito anos separam “Prometida”, que ficou entre as cinco mais tocadas no país, em 2003, de “Insana”, mas a nova música tem muitas referências ao grande sucesso e o grupo brinca o tempo todo com a letra. Trata-se da mesma mistura de pop do início da banda, acrescentando beats de trap, timbres reggaeton, violões latinos, percussão brasileira e divisões de vozes estilo Kpop.

No clipe, no maior estilo boy band, o agora quarteto canta e faz coreografias como nos velhos tempos. As cenas foram gravadas nos estúdios do Midas Music. “Vem um filme na cabeça de quando começamos em 2003. Foi justamente no mesmo estúdio que tudo aconteceu, e ter novamente o resgate da história pelo ponto de partida, nos deixa ainda mais felizes”, conta André Marinho.

Estão presentes quatro dos cinco membros originais: além de André, Jhean Marcell, Matheus Rocha e Oscar Tintel. "É incrível estarmos juntos nesse momento, sentir que nossa “química musical” está intacta!”, conta Oscar. “Passar várias horas ensaiando a coreografia da nova música e relembrar várias histórias foi muito especial. Ainda mais porque voltamos com todo o suporte do Midas que é nossa casa”, completa.

Para Matheus, a sensação é que o tempo não passou. “Quando estamos juntos, sempre comentamos que parece que nunca estivemos em hiato. É muito louco isso porque fazia muito tempo que não tínhamos atividades em grupo, que não ensaiávamos uma coreografia, por exemplo, é como andar de bicicleta, a gente nunca esquece. A sensação é a de que conseguimos voltar no tempo com a maturidade de hoje".

A irmandade e a conexão musical dos integrantes sempre foram fortes. “Esses quase 18 anos de hiato musical serviu pra mostrar que quando há verdade e conexão musical, tudo flui naturalmente não importa o tempo. Voltamos a 2003, mas com a maturidade necessária", reflete Jhean.

“Juntos nos completamos, e nesse momento não foi diferente, conseguimos entregar o nosso artístico da melhor forma. Tenho certeza que os fãs vão se emocionar", encerra André.
 
Depois dessa música inédita, o grupo promete uma série de lançamentos inéditos e releituras, entre elas novos arranjos para “Se Você Não Está Aqui”, “Por um Olhar”, “Preciso” e, claro, “Prometida”.

Ficha Técnica
Direção Geral: Rick Bonadio
Direção Artística: Rick Bonadio e Renato Patriarca
Produção Executiva: Hélio Leite
Produzido por: Jhean Marcell e Renato Patriarca
Arranjos: Jhean Marcell
Gravado: Midas Studios e Minha Casa Studio
Engenheiro de Gravação: Jhean Marcell, Renato Patriarca e Junior Lanne
Pós-produção de áudio: Ozeias Matos
Mixado em: Midas Studios
Mixado por: Renato Patriarca
Masterizado em Midas Studios
Masterizado Por: Renato Patriarca

III Festival de Música Histórica de Diamantina anuncia programação

Começa no próximo dia 23 de abril a programação do III Festival de Música Histórica de Diamantina. Realizado em formato totalmente digital e gratuito, por meio de recursos da Lei Aldir Blanc do estado de Minas Gerais, esta edição inclui minicursos, apresentações musicais, exposição, rodas de conversa, escutas de acervos, além de relatos de experiências relacionadas à memória e aos acervos.

A 3ª edição do Festival de Música Histórica de Diamantina será realizada entre os dias 23 de abril e 01 de maio de 2021, em formato totalmente digital, e apresenta a temática “O acervo somos nós”.  A proposta é explorar os diversos acervos de música existentes, com ênfase em Minas Gerais. Compostos não apenas de conjuntos de partituras e de instrumentos presentes em museus e espaços culturais, os acervos são também  caracterizados por sua dimensão social, comunitária e corporal - os acervos vivos - como mestres instrumentistas e cantadores da cultura popular, a dinâmica musical dos povos indígenas presentes no estado, bem como as práticas musicais comunitárias que consolidam espaços de preservação da memória sonora, como as linguagens de sinos, as bandas e os terreiros. Por conta deste amplo recorte, a programação também propõe formas variadas de compreensão, com atividades em formato de diálogo, apresentações artísticas, minicursos, escuta informada e exposição visual, voltadas para todos que se interessem em conhecer mais sobre a história, as dinâmicas e a preservação da diversidade musical não apenas em Minas Gerais mas relacionada à produção cultural brasileira.

Importante salientar que os acervos musicais também são considerados atrativos fundamentais das políticas de turismo de base comunitária, de geração de renda e de construção de diversidades. Num momento em que atividades culturais foram paralisadas devido à pandemia de Covid-19, a direção do festival compreende a necessidade de ampliar as percepções sobre o patrimônio sonoro material e imaterial a partir da memória musical dos povos, constituindo tarefa relevante de reconhecimento dos nossos próprios recursos como resposta aos desafios atuais e também futuros. “Conhecer nossa memória viva e suas narrativas em épocas de tantas incertezas é imperativo de um tempo de apagamentos e de constante desvalorização das expressões artísticas e culturais. Que nossos acervos resistam e sejam a comunicação do que somos e desejamos”, destaca uma das coordenadoras do festival, Marcela Bertelli.  

A programação desta terceira edição será oferecida de forma inteiramente gratuita e conta com a realização de minicursos, apresentações musicais a partir de espaços diversos, exposição, rodas de conversa, escuta de acervos, além de relatos de experiências, incluindo a participação de artistas, professores, pesquisadores e mestres da nossa cultura popular e indígena.

A lista de convidados escalados para integrar a programação conta com cerca de 45 nomes de referência no campo artístico, patrimonial e musical, como: Adelson Filho (Adelsin), Ana Gomes, Antônio Nóbrega, Berenice Menegale, Chiquinho de Assis, Delcida Maxakali e Isael Maxakali, Gil Amâncio, Jéssica Gaspar, Josineia Godinho, Lydia Hortélio, José Miguel Wisnik, Odette Ernest Dias, Quarteto Diamantino, Sérgio Pererê, Sérgio Santos, o Coral Ribeirão de Areiam Rafael Galante, e ainda vários outros.

Além dos convidados, o festival exibirá um concerto dedicado ao inventor e construtor de instrumentos musicais Marco Antonio Guimarães, expondo seu conjunto de instrumentos hoje abrigados em uma sala com seu nome, no estúdio New Doors Vintage em Belo Horizonte, com novas composições e arranjos sob direção musical de Felipe José e participação dos músicos Yuri Vellasco, Paulim Sartori e João Paulo Drumond. É a primeira vez que os instrumentos serão expostos ao público desde que foram adquiridos pelo músico Alê Fonseca há cerca de 5 anos.

Para participar dos minicursos gratuitos “Conservação de documentos musicais”, com a professora Mary Ângela Biason, e "O sino da igrejinha faz belém blem blom": o soar e os sentidos dos sinos e de seus toques na África central ocidental e no Brasil centro-africano”, com o professor Rafael Galante, é preciso inscrever-se pelo site do Festival até o dia 11/04. Ambas as atividades serão realizadas on-line nos dias 27 e 28 de abril.

Toda a programação é gratuita e oferecida em formato online. As apresentações artísticas, rodas de conversa, relatos de experiência e escuta musical serão transmitidas pelo canal no YouTube do festival. Os participantes inscritos para as rodas de conversa e relatos de experiências terão direito a certificado de participação mediante preenchimento do formulário de inscrição geral, disponível no site do evento. Já os minicursos serão ministrados pela plataforma Zoom.
 
III Festival de Música Histórica de Diamantina
Coordenação: Marcela Bertelli e Evandro Archanjo
Curadoria: Evandro Archanjo, Felipe José Oliveira Abreu, Letícia Bertelli, Marcela Bertelli e Mary Angela Biason
Produção Executiva: Lira Cultura
Assessoria de Imprensa: Fábio Gomides - A Dupla Informação
 
Redes III Festival de Música Histórica de Diamantina
Site: www.musicahistoricadiamantina.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/musicahistoricadiamantina/
YouTube:  https://www.youtube.com/channel/UCHyFjggzsjZOuo4BHNzC7nQ
Instagram: https://www.instagram.com/musicahistorica.diamantina/
 
 
Programação completa III Festival de Música Histórica de Diamantina
 
23 de abril - sexta-feira
 
19h - Diálogo de abertura do Festival "O acervo somos nós" - Saberes e memórias na produção de dramatizações coletivas, com Suzel Reily e Evandro Archanjo
 
20h15 - Abertura da exposição virtual: “Traços sonoros”, de Elisa Grossi
Descrição: Um ofício de convicção inspirado nos textos do músico Evandro Archanjo. As imagens das telas surgem retiradas do denso 'caldo' cultural da musicalidade diamantinense e de seu cenário. Em suas propostas pictóricas, a amálgama de igrejas, sobrados, elementos de arquitetura contemporânea, ruas, janelas e varandas aliam-se a seus personagens em todos os planos. Todos são protagonistas e coadjuvantes, sujeitos e objetos, ícones e símbolos.
 
20h30 - Concerto com Quarteto Diamantino e músicos convidados: “A reconstrução viva dos acervos de partituras de Diamantina”
Formado pelos músicos Evandro Archanjo (flauta e direção musical), Mateus Figueiredo (violino), Vitor de Abreu (viola) e Gláucia Furtado (violoncelo), o Quarteto Diamantino tem como objetivo divulgar a música de acervos históricos de Minas Gerais, com ênfase na produção oitocentista de Diamantina, época de vasta criação da chamada música de salão, composta de repertórios como valsas, polkas, mazurcas, modinhas, tanto instrumentais como cantadas. Para este concerto também foram convidados o violonista Álvaro Maia e a cantora Fabíola Protzner.
 
24 de abril - sábado
 
10h - Roda de conversa com Fábio Viana e Sérgio Santos: A Rádio Inconfidência na paisagem sonora da cidade de Belo Horizonte
A Rádio Inconfidência começou sua transmissão em 1936 e segue ativa até hoje. É, portanto, parte da paisagem sonora da cidade de Belo Horizonte, sendo construída com a participação de compositores e músicos locais, ao mesmo tempo em que conquistou ouvintes em todo o país, segue em seu papel formador de públicos para a produção musical mineira. Seu acervo de partituras e documentos históricos, neste diálogo visto pelo pesquisador Fábio Vianna com lente sobre as décadas de 50 e 60, está abrigado na Universidade Estadual de Minas Gerais. Ao mesmo tempo, a Inconfidência cresceu contemporânea junto à cidade e segue ativa na consolidação de carreiras de toda uma geração de músicos mineiros, como nos testemunha o artista Sérgio Santos.
 
15h / Roda de conversa “Paisagem sonora e patrimônio comunitário: a música como memória social”, com Miguel Mahfoud e Ana Flávia Figueiredo
A música é mais do que o som. É também silêncio e expressão ancestral. Instituinte da paisagem, memória corporificada que ecoa em múltiplas formas de acervos e de repertórios. Os imaginários instituintes – ancorados nas sonoridades identitárias, no território e na dimensão coletiva – mobilizam sentidos e restabelecem uma compreensão sonora a partir de nossos corpos e de nossas trajetórias.
 
17h30 - José Miguel Wisnik: “Elias, o sino de Carlos Drummond de Andrade”
Tomando como ponto de partida a obra de Carlos Drummond de Andrade, o músico, professor e pesquisador José Miguel Wisnik retoma a presença emblemática do sino companheiro de parede da casa do poeta para nos lembrar, com palavras e com canções, os sinos que seguem soando mesmo quando as torres desabam.
 
- 20h30 - Concerto com a organista Josinéia Godinho no Órgão Histórico Almeida e Silva – Lobo de Mesquita, Igreja Nossa Senhora do Carmo de Diamantina
Após séculos de desconfiança devida à sua origem e uso considerado profano, os órgãos, primeiro de forma tímida e com muitas restrições, foram ganhando espaço nas igrejas. No sec. XVI os órgãos são reconhecidos pela igreja como único instrumento chancelado para o uso litúrgico, ajudando a acrescentar afetos de piedade e solenidade às celebrações. Com o passar dos anos, desenvolveu-se toda uma linguagem sonora litúrgica rica e elaborada. Desde então, a diversidade de sons de órgão enchem os ritos de sons e trazem para a música sacra a atualidade dos estilos musicais de cada época.
 
25 de abril - domingo
 
15h - Roda de conversa com Adelson Fernandes Murta Filho(Adelsinho) e Lydia Hortélio: Os acervos sonoros da infância
A Música está diretamente ligada à infância. Não somente a música entendida como melodia, ritmo e harmonia (nas suas infinitas possibilidades), mas a música silenciosa e os barulhinhos bons que entremeiam os movimentos da infância. Brincar é também fazer música...?
 
17h -  Concerto com Coral Ribeirão de Areia
O coral Ribeirão de Areia, formado por jovens da comunidade Ribeirão de Areia, de Jenipapo de Minas, apresenta canções de autores do Vale do Jequitinhonha como Josino Medina, Dêner Pinheiro, Karen Antônia, Maiolino Thomaz, Luciano Tanure, além de obras de domínio público, da própria comunidade e da região.
 
27 de abril - terça
 
09h às 11h - Minicurso - A Conservação de documentos musicais, com a Profa. Mary Angela Biason
A partir da história da música brasileira, os participantes terão a oportunidade de discutir, em dois encontros, o significado de patrimônio e os movimentos de preservação. Também serão abordados mais especificamente sobre a produção dos papéis de música, onde se encontram e porque foram preservados.
Inscrições gratuitas(até 13/04) :
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSewbs46ZjzB3xh3BHqlF57EeT0lNJmE0-xdVZHfO4YOGejDhw/viewform  
 
09h às 12h - Minicurso "O sino da igrejinha faz belém blem blom": O soar e os sentidos dos sinos e de seus toques na África Central ocidental e no Brasil Centro-African, com o Prof. Rafael Galante
Dividido em dois encontros, o curso visa discutir a história, as musicalidades e os significados da tradição sineira afro-brasileira, especialmente a afro-mineira, como parte dos desdobramentos culturais da grande diáspora centro-africana no Brasil.
Inscrições gratuitas (até 13/04):
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSewbs46ZjzB3xh3BHqlF57EeT0lNJmE0-xdVZHfO4YOGejDhw/viewform
 
17h - Roda de conversa com Chiquinho de Assis:  A linguagem dos sinos em Minas Gerais
A partir de trechos do documentário Entoados, produzido no Registro da Linguagem de Sinos como Patrimônio Imaterial de Minas Gerais, Chiquinho de Assis nos convida a conhecer e compreender a linguagem de sinos a partir da formação humana de Minas Gerais e suas perspectivas de continuidade e permanência na experiência musical comunitária.
 
28 de abril - quarta-feira
 
09h às 11h – Sequência do minicurso “A Conservação de documentos musicais” - Profa. Mary Angela Biason
 
09h às 12h - Sequência do  Minicurso "O sino da igrejinha faz belém blem blom": O soar e os sentidos dos sinos e de seus toques na África Central ocidental e no Brasil Centro-Africano, com Prof. Rafael Galante
 
17h - Roda de conversa com Sérgio Pererê e Joana Correa: Apagamentos e resistências na música afromineira
Oralidades, saberes e modos tão diversos de viver. Formas de fazer, jeitos de cantar, camadas do tempo, poesias do falar. Gentes e culturas que são acervos vivos, museus preciosos da infinitude criativa da humanidade.
 
29 de abril - quinta-feira 
 
15h -  Roda de conversa com Gil Amâncio e Ana Gomes: Música Brasileira: memória e registro
Um encontro para conversar sobre as diferentes formas de fazer e de aprender música na diáspora.
 
17h -  Roda de conversa com Odette Ernest Dias e Berenice Menegale: Vida como acervo e o som da cidade
Do acaso da chegada em Diamantina a ações em prol da conservação e difusão do patrimônio musical material e imaterial diamantinense, Odette Ernest e Berenice Menegale contam como a história e a tradição musical de Diamantina se incorporaram em suas vidas através da convivência com os músicos e os diversos projetos que desenvolveram juntas na cidade, como os festivais de inverno da UFMG, as residências artísticas, a conservação e difusão de acervos musicais e as constantes convivências com artistas da cidade. História que começou no início da década de 1980, tendo como personagens principais os seresteiros e chorões que compõem os sons da cidade.
 
20h -  Concerto com o músico Sérgio Pererê: Áfricas de mim
Áfricas de mim é o nome dado ao show intimista de Sérgio Pererê, onde o artista destaca vários traços de  sua ancestralidade e sua relação com a musicalidade e a poesia que vêm do reinado, dos terreiros e das vozes dos velhos mestres. Trazendo instrumentos como  tama, djembé, mbiras, ilimbas e flauta fula o artista mostra um pouco das várias Áfricas que vivem no seu  interior e se apresentam através de sua música.
 
30 de abril - sexta-feira
 
10h - Relato de experiência com Daniel Magalhães: Bandas de taquaras do Vale do Jequitinhonha: da salvaguarda ao registro
As flautas tradicionais – o pífano e a gaita – estão em processo de inventário e registro como patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais. O Encontro de Flautas do Jequitinhonha, festival anual que reúne as bandas de taquara, teve papel fundamental na articulação que levou à formulação deste pedido de registro junto ao Iepha-MG.
 
15h - Relato de experiência com Alê Fonseca: Coleções de sons e ruídos: os sintetizadores eletrônicos
Como a paixão pela abstração dos sons eletrônicos levou à construção de um acervo único com sintetizadores que formaram a história da música eletrônica e como eles se conectam às memórias auditivas presentes.
 
17h - Roda de conversa com Antônio Nóbrega: Rima: onde mora o acervo das palavras cantadas
No mundo cultural popular brasileiro a poesia é uma das expressões que mais se desenvolve. Diversas modalidades poéticas são praticadas em cantorias, roda de versos, sambadas de maracatu etc que se realizam pelo país, sobretudo na região nordestina. Como se constituiu esse acervo? De onde vem essa memória?
 
20h - Sarau “Numa cidade de pedra”,  com Sebastião Leite, Sharle Ailton, Jéssica Gaspar, Ethany Cícero e Marcelo Brant - Gravado na Gruta do Salitre, em Diamantina.
O sarau reúne artistas diamantinenses de diferentes linguagens compondo um vasto mosaico sobre as tradições artísticas da cidade, cada qual se apresentando como acervo vivo do movimento dos saberes das transmissões familiares e geracionais, étnicas e ambientais.
 
01º de maio  - sábado
 
15h -  Roda de conversa com Isael Maxakali, Delcida Maxakali e Rosângela Tugny: Memórias que caminham: a música do povo Maxakali
Cantar e lembrar um inestimável repertório poético musical é um gesto cotidiano de cada homem, mulher e criança Tikmũ'ũn. Ainda que tenham iniciado várias iniciativas que os permitem registrar e estender suas práticas cantadas pelos meios audiovisuais e pela escrita alfabética, os Tikmũ'ũn estão sempre atentos à verdadeira forma de manter viva esta prática que é considerada sua maior riqueza: os encontros cantados com multiplicidades de agentes do cosmos vivo. Isael Maxakali (artista, cineasta, professor e liderança da Aldeia Nova de Ladainha, MG) e sua mãe, Delcida Maxakali, guardiã dos cantos e de diversos conhecimentos do seu povo, estarão presentes neste encontro para nos aproximarem destes temas.
 
17h - Roda de conversa com o grupo Mukuá Laboratório sobre vissungos: Vissungo(s): Travessias Afro-Atlânticas
História, memória, ritual e performance em torno dos cantos em língua africana de origem Bantu encontrados na região de Serro e Diamantina, em Minas Gerais. As pesquisas enfocam a história, os trânsitos e as apreensões sociais do Vissungo ao longo dos séculos XIX, XX e XXI, compreendendo-os como cantos de travessia que desenham percursos afro-atlânticos relacionados ao interesse nacional e internacional acerca do africanismo diaspórico em Minas Gerais e a música negra no Brasil e no mundo.
 
19h -  Escuta do acervo do grupo Collegium Musicum de Minas, com Mary Angela Biason e os membros do Collegium
Uma escuta do acervo com o grupo “Collegium Musicum de Minas”, por Mary Angela. Entrevista com três integrantes do grupo “Collegium Musicum de Minas” que se dedicou a divulgação do repertório da música brasileira dos séculos XVIII  e XIX baseado nos trabalhos de catalogação e transcrição de obras depositadas nos acervos brasileiros, nomeadamente em Minas Gerais. Vamos explorar os três CDs produzidos pelo grupo entre 1997 e 2000.
 
20h - Concerto com os músicos Felipe José, Yuri Velasco, Paulo Sartori e João Paulo Drummond: O acervo de instrumentos de autor: Marco Antonio Guimarães.
Há cerca de 5 anos, todos os instrumentos construídos pelo músico inventor Marco Antonio Guimarães estão abrigados na sala batizada com seu nome, no estúdio New Doors Vintage Keys, em Belo Horizonte. Neste concerto, estes instrumentos ganham novas composições e arranjos, numa homenagem musical afetiva ao seu autor, Marco Antônio Guimarães, nas mãos dos músicos Felipe José, Yuri Vellasco, Paulim Sartori e João Paulo Drumond, com direção musical de Felipe José.
 
21h - Bate-papo livre de encerramento do Festival
 
SERVIÇO
Inscrições para os minicursos gratuitos do III Festival de Música Histórica de Diamantina
Inscrições gratuitas até 13/04 por meio do formulário disponível no site do festival:  www.musicahistoricadiamantina.com.br/minicursos
Divulgação dos selecionados: 16/04
 
Inscrições para demais atividades no site: https://musicahistoricadiamantina.com.br/inscreva-se

Festival de Solos Online traz artistas renomados para falar sobre diversidade

Com curadoria do ator Lázaro Ramos, o evento busca diversidade étnica, racial, social e de gênero nas diversas linguagens artísticas

MINISTÉRIO DO TURISMO, SECRETARIA ESPECIAL DE CULTURA, GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, POR MEIO DA SECRETARIA DE CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA E, BR PRODUTORA APRESENTAM: FESTIVAL DE SOLOS ONLINE

Com o propósito de reunir artistas e pensadores de áreas e gêneros diversos, para todos os públicos, que habitualmente não tem oportunidade de ver o tema diversidade, o Festival de Solos Online traz programação variada nos dias 23, 24 e 25 de abril, tudo transmitido online pelo link: www.youtube/brprodutora e também via www.facebook.com/brprodutora

O projeto foi contemplado pelo Edital Proac Expresso Lei Aldir Blanc nº 40/2020 e, conta com apoio do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, junto do Ministério do Turismo e da Secretaria Especial de Cultura, Governo Federal. O projeto tem como curadores o ator, escritor, diretor e produtor Lázaro Ramos e a bailarina, coreografa, professora, consultora de imagem, produtora cultural e ex-diretora do Teatro de Dança do Governo do Estado de São Paulo, Viviane Procópio, com colaboração do ator, diretor e produtor Kiko Mascarenhas.

O festival conta com personalidades do cenário nacional nas áreas de teatro, dança, música, contação de histórias, diálogos e reflexão, abrangendo várias linguagens e diversidades étnicas, raciais, sociais e de gênero.

Considerando as medidas de distanciamento social, provindas de políticas de combate ao COVID-19, as apresentações estão sendo feitas pelos artistas e influenciadores no formato online, visando à segurança de todos os envolvidos e a realização do projeto em meio ao isolamento e as restrições impostas pela pandemia.

O formato online é também uma forma da arte se expressar em tempos tão difíceis e do artista continuar trabalhando com o uso de novas plataformas para realizar apresentações via internet em tempos de teatros e espaços fechados, sendo que a arte se demonstrou tão necessária para acolher e enfrentar o momento.

“Este festival de solos é um respiro neste momento tão difícil, mas que comprova que a arte resiste, se transforma e se adapta para permanecer na vida das pessoas”, define Lázaro Ramos.

ProAC (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo) é um programa de incentivo cultural que visa apoiar e patrocinar a divulgação artística e cultural do Estado de São Paulo. Atualmente, junto da Lei Aldir Blanc, o ProAC se mostra de suma importância, na forma do Festival de Solos Online, para a preservação de eventos e grupos artísticos, que se vêem em momentos de dificuldades provindas da necessidade de cuidados contra o atual cenário de pandemia. Por compreender o momento de crise, o curador Lázaro Ramos, optou por doar seu cachê. A Casa de Cultura Tainã, na cidade de Campinas, no interior de São Paulo, que engloba diferentes projetos com crianças e adolescentes fortalecendo a cidadania e inclusão social, será a entidade beneficiada.

Confira a programação completa:
1ºdia – Sexta-feira: 23/04
19h - Marcella Gozzi em “O que me habita” (Dança)
20h - Gero Camilo em “A Casa Amarela” (Teatro)
21h30 - Virgínia Rosa em “Faz escuro mas eu canto” (Música)
23h – Majur (Música)
 
2º dia – Sábado: 24/04
11h - Wellington Nogueira em “Como tudo começou” (Contação de história)
17h - José Carlos Arandiba – Zebrinha em “O corpo negro da dança brasileira” (palestra)
19h - Rui Moreira em “Co ês” (Dança e Contação de história)
21h - Silvero Pereira em “BR Trans” (Teatro)
23h – Coral em AoCoral (Música)
 
3º dia – Domingo: 25/04
10h - Ailton Krenak (Palestra)
17h - Valdo Matos em “A árvore e a aranha” (Contação de histórias)
18h – Veri Weinlich em “Navegar é Saber” (Música)
20h - Rosa Marya Colin (Música)
 
Ficha Técnica do Festival
Curadoria – Lázaro Ramos e Viviane Procópio
Colaboração – Kiko Mascarenhas
Diretora de Produção – Viviane Procópio
Assistente de produção – Igor Dib
Arte – Ivana Cubas Estúdio
Assessoria de Imprensa – Luciana de Almeida/Confraria da Informação
Assessoria Contábil e Jurídica – Datecon
Concepção e Produção – BR Produtora
Realização – BR Produtora, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo 
 
Serviço:
Festival de Solos Online
Datas: 
23, 24 e 25 de abril em diversos horários, conforme a programação
Transmissão online: 
www.youtube.com/brprodutora e www.facebook.com/brprodutora
Redes sociais: facebook e instagram @brprodutora e youtube/brprodutora

Sesc Mulheres promove cinco encontros para discutir a atuação feminina no setor cultural

Sesc PR

Novo projeto do Sesc PR realiza em 2021 mesas-redondas virtuais que vão abordar o universo feminino e a relação com a cultura. O primeiro encontro será realizado no dia 20 de abril
 
Ninguém com mais propriedade do que mulheres para discutir temas relevantes sobre o universo feminino, a condição das mulheres, suas demandas e a relação com a cultura. Por isso o Sesc PR promove a partir do dia 20 de abril o projeto Sesc Mulheres. Ao longo de 2021, serão cinco os encontros, ao vivo e transmitidos pelas mídias sociais do Sesc PR.

A proposta do projeto é abrir um espaço de debates e conversas apresentado por mulheres mas destinado aos mais variados públicos. “Queremos apresentar e discutir o protagonismo feminino no setor cultural com o Sesc Mulheres. Há, em muitas cadeias produtivas do setor, a presença de mulheres empreendedoras não só lutando por seu espaço, mas inovando em diversos campos e possibilitando que outras mulheres possam ser inseridas no setor”, destaca a analista da Gerência de Cultura do Sesc PR, Mayara Elisa de Lima Cirico.

De acordo com o Gerente de Cultura do Sesc PR, Marcio Norberto, será uma oportunidade para viabilizar debates importantes no campo da cultura a partir do olhar de mulheres que trabalham e vivem o setor cultural no Brasil.
 
Mercado de Trabalho
No dia 20 de abril, a partir das 19h, terá início o primeiro encontro do Sesc Mulheres, com o tema Mercado de Trabalho e com a participação da filósofa, psicanalista e poeta, Viviane Mosé e, da atriz, iluminadora e diretora teatral, Nadja Naira.
 

Viviane Mosé é poeta, filósofa e psicanalista, graduada em Psicologia, especialista em Elaboração e Implementação de Políticas Públicas, doutora em Filosofia. Autora de 12 livros, com duas indicações do Prêmio Jabuti. De 2005 a 2008 escreveu e apresentou a série Ser ou não Ser, no programa Fantástico, na Rede Globo e na TV Cultura, trazendo temas de filosofia em uma linguagem cotidiana. Durante sete anos fez comentários diários na Rádio CBN com Carlos Heitor Cony e Arthur Xexéu. Além disso, é comentarista no programa Encontro, com Fátima Bernardes.

Nadja Naira trabalha há mais de 25 anos em teatro como iluminadora, diretora e atriz. Mora em Curitiba, mas mantém parcerias artísticas em todo o país. Tem diversas criações premiadas, trabalha com importantes diretores e grupos de teatro, colabora com companhias de dança e performance e com diversos grupos de música. Integra a Companhia Brasileira de Teatro desde 2020, tendo participado de todas as produções.
 
Serviço:
Projeto Sesc Mulheres
1º Encontro com Viviane Mosé e Nadja Naira
Data: 20 de abril de 2021 (terça-feira)
Horário: às 19h
Transmissão ao vivo pelo canal do Sesc PR no Youtube
Mais informações www.sescpr.com.br 

B-Pop embala o cenário musical brasileiro



Inspirado pelo K-pop, movimento cria nova identidade musical com estilo e sotaque bem brasileiros

Desde 2010, quando começou a ganhar força no Brasil, o K-pop vem arrebatando mais fãs a cada dia. O sucesso desse fenômeno mundial que ganhou espaço no cinema, na tv, nas rádios e internet é tanto que estimulou diversos artistas brasileiros independentes a se inspirarem nessa proposta sul-coreana para realizar suas produções, dando origem a um novo movimento chamado B-pop.

Famosos pela combinação perfeita entre músicas contagiantes, coreografias elaboradas e visual marcante, os grupos de B-pop começaram a se popularizar por aqui em 2014, quando o primeiro boygroup desse formato, Champs, lançou a faixa “Dynamite”, antecipando os primeiros resultados que a influência K-pop traria para o Brasil.

Na época, os garotos do Champs não só apresentaram um conceito inspirado nas boybands de K-pop, como também gravaram seu clipe na Coreia do Sul, com direito a presença em diversos eventos de cultura asiática e até mesmo na tv aberta de lá.

Estimulada pelo crescimento do interesse do público em produtos musicais vindos do Oriente, nasceu a K.Ö. Entertainment, detentora de boa parte do catálogo de artistas nacionais que fazem B-pop, com suas músicas super dançantes, letras em português e um toque de brasilidade.

Um dos grupos femininos que embarcou nessa tendência é o EVE, que teve a primeira aparição no web reality “Idol School” promovido pela produtora em 2018, que contou com as participações das youtubers Thais Midori e Thais Genaro.

Lançado em 2018, o primeiro single das garotas, “Fogo e Ar,” chegou a 2 milhões de visualizações no YouTube, seguido do hit “Oy Mama” (https://www.youtube.com/watch?v=uncf8v4Jh4w) feito em parceria com a rapper sul coreana NaDa. Somados aos outros lançamentos, o EVE já alcançou mais de 7 milhões de visualizações na plataforma de vídeos, número que deve crescer ainda mais com o lançamento de “Power”, um novo hit que acabou de desembarcar na rede (https://youtu.be/tpnUfqqui0o /)

Outra aposta do K.Ö. Entertainment junto a esse público é o Paradyzo, grupo vocal misto que em 2020 estreou com o single “Boomerang” (https://www.youtube.com/watch?v=YAtRCSWC1-w ), teve uma participação especial em “Dale Dale”, música de divulgação da terceira temporada do web reality “Idol School” realizado pela K.Ö., e lançou o EP autoral “Éden”, repleto de teorias, diversidade e impacto visual em suas peças de divulgação (https://open.spotify.com/album/0ETNdIZt4qq1OGqs1DkG4b)

O cantor Richardson Hotz, ex-vocalista do Champs, é outro talento da K.Ö estilo B-pop. Com um repertório recheado de canções românticas e videoclipes cheios de história e atuação, como o hit Eu Tentei Mentir“ (https://www.youtube.com/watch?v=N_rdikcuQbo), ele está finalizando seu novo trabalho com estreia prevista para abril.

Além de atuar em vários segmentos culturais, uma das bases da K.Ö, é o B-Pop, que apesar de independente, vem crescendo ao entregar para o público coreografias bem colocadas, belos vocais, batidas fortes e uma sensação de representatividade. Ele dá aos moldes do K-pop um ritmo e uma identidade brasileira cheia de carisma e força para mostrar o interesse dos fãs pelo gênero que move a geração mais globalizada e digital já vista.
 
SOBRE A K.Ö. ENTERTAINMENT
Atento às tendências da Coreia do Sul, produtor cultural Lucas Jötten fundou a K.Ö. Entertainment em 2012 com a proposta de produzir eventos culturais voltados ao público jovem interessado em cultura oriental. Aos poucos o negócio se expandiu para a produção de shows, conteúdos para internet, workshops, baladas, cursos, espaços temáticos e do maior torneio de cover de K-pop do país, o KDT, ou K-pop Dance Tournament.
Com a proposta de levar a música sul coreana e o seu B-Pop para todos os públicos, em 2019 a K.Ö. promoveu o K-Hari, um dia dedicado ao K-pop no emblemático “Hopi-Hari”, onde os artistas do Canal KOR, canal do YouTube que hospeda todo conteúdo musical dos artistas agenciados e parceiros da produtora, deram vida ao palco logo na entrada do parque de diversões.

Instagram https://instagram.com/ko_entertainment/
Twitter https://twitter.com/KOEnt_Oficial
YouTube K.Ö. Entertainment https://www.youtube.com/channel/UCTQTvaybRHAxqUCw289fTnA
Canal KOR https://www.youtube.com/channel/UCq6CRbFKJoLiKKgCwGpaRvw/featured
E-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Grupo Paradyzo lança o single "Paraíso Particular", uma viagem ao mundo perfeito

Em nova fase, quinteto misto de B-pop aposta no R&B para criar um hit sobre amor e liberdade

Após estrear com a batida funk e contagiante de Boomerang, o quinteto musical Paradyzo ingressa em uma fase mais madura com a nova canção Paraíso Particular. O videoclipe oficial - https://youtu.be/biL7aajUPpI - está no Canal KOR e já desembarcou nas plataformas de streaming. Dessa vez, o hit é um pop romântico com influências de R&B e do trabalho de Glória Groove que também é homenageada na canção.

“Paraíso Particular” é um convite aos fãs para uma viagem a um novo mundo onde se pode amar e viver com liberdade, sem rótulos, preconceitos, em meio a diversidade e distante da realidade caótica onde os relacionamentos são atropelados pelo cotidiano.

Em clima de outono, em meio a dúvidas e questionamentos sobre o amor, o grupo mostra a leveza e a possibilidade de fazer escolhas entre venenos e antídotos e de criar a própria realidade em busca dos nossos desejos.

Formado por Ursula, Mitty, Peterson, Paulo e Kaíco, o grupo chamou atenção com o EP “Éden”, lançando no final de 2020 que teve como temática uma releitura da criação do mundo segundo Genesis, destacando a habilidade vocal dos seus integrantes.

Pertencente ao mesmo universo do primeiro EP, “Paraíso Particular” foi composto por Kaíco, com produção de Gustavo Aric. Já, a produção executiva foi assinada por Lucas Jötten e Úrsula Kunze. A direção e edição do videoclipe foi feita por Daniel Docko e a direção de arte ficou a cargo de Emma Araújo e Camilla Xavier.

Composto por artistas com passagem pela Sony Music, Paradyzo é um grupo brasileiro de B-pop que integra o projeto da K.Ö. Entertainment, responsável também pelo girlgroup EVE e pelo cantor Richarson Hotz.
 
Paraíso Particular – https://youtu.be/biL7aajUPpI
Boomerang – https://youtu.be/YAtRCSWC1-w
Paradyzo - https://www.instagram.com/grupoparadyzo/
 
POWER: FICHA TÉCNICA
Produção: K.Ö. Entertainment
Composição e Arranjo: Kaíco
Produção musical: Gustavo Aric
Mixagem e Masterização: Roxstar
Clipe: Daniel Docko Produções
Produção executiva: Lucas Jötten, Ursula Kunze
Assistente de produção: Dudu Donega
Direção de Arte: Emma Araujo e Camilla Xavier
Marketing: Ana Luiza Carvalho
Making of: Amanda Camargo
Fotos: Renan Belfante
Design Gráfico Promocional: Camila Xavier
 
SOBRE A K.Ö. ENTERTAINMENT
Atento às tendências da Coreia do Sul, produtor cultural Lucas Jötten fundou a K.Ö. Entertainment em 2012 com a proposta de produzir eventos culturais voltados ao público jovem interessado em cultura oriental. Aos poucos o negócio se expandiu para a produção de shows, conteúdos para internet, workshops, baladas, cursos, espaços temáticos e do maior torneio de cover de K-pop do país, o KDT, ou K-pop Dance Tournament.
Com a proposta de levar a música sul coreana e o seu B-Pop para todos os públicos, em 2019 a K.Ö. promoveu o K-Hari, um dia dedicado ao K-Pop no emblemático “Hopi-Hari”, onde os artistas do Canal KOR, canal do YouTube que hospeda todo conteúdo musical dos artistas agenciados e parceiros da produtora, deram vida ao palco logo na entrada do parque de diversões.
Instagram
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https://www.youtube.com/channel/UCTQTvaybRHAxqUCw289fTnA

Cantor contemporâneo Dela Fiori assina com a Ingrooves e estreia música internacional

Após assinar com a empresa pertencente ao grupo da Universal Music, o artista faz lançamento internacional e concilia música com design gráfico

O cantor contemporâneo Dela Fiori, que vem ganhando espaço nas plataformas digitais de música, assinou com a Ingrooves aos 26 anos. Sua dedicação à música desde os 9 anos de idade lhe rendeu, no ano de 2020, seu primeiro contrato com a empresa internacional.

O compositor e intérprete dos singles "Me diz" e "Vem pra cá" aproveitou o reconhecimento para fazer seu primeiro lançamento internacional: o folk "All of This". O hit, que foi lançado no dia 1 de janeiro de 2021, já soma mais de 20.000 plays no Spotify. Do Rock ao Rap/Pop, seu ecletismo chamou a atenção, e foi assim que, em meados de 2018, alcançou o reconhecimento através de sua primeira música a integrar as plataformas musicais: "Desespero". A obra, feita em parceria com seu amigo Thom, foi a porta de entrada para o lançamento de diversas outras de suas composições, conforme por ele mesmo prometido: "Muita música boa está por vir e não pretendo parar de compor tão cedo."
 
Assim, lançou em 2019 o clipe de "Nega", o qual, de imediato, alcançou a marca de notáveis 290.000 visualizações no YouTube, feito respeitável entre os artistas independentes. A grande conquista atraiu a atenção de importantes nomes da indústria musical, e Dela passou por 2020 colhendo os frutos do que por anos cultivou: No ano passado, assinou seu primeiro contrato com a empresa pertencente ao Universal Music Group.

E não parou por aí. O compositor do single "Vem pra cá" deu as boas vindas a janeiro de 2021 com o lançamento de "All of This". Apesar do reconhecimento, não só de música é composto seu currículo: O artista multitalentoso também já coleciona grandes marcos no ramo do design gráfico. Designer há 11 anos e sócio-proprietário da agência Haina, Dela conta com nomes de sucesso em seu portfólio, dentre os quais estão Adriano Imperador, Rafael Puglisi, uJoãozinho, Maurício Mattar, Fernando Seabra, Eduardo Costa, Eder Fernando e Bibi Tatto. A versatilidade fica clara pela sua lista de clientes:  Futebol, entretenimento e empresarial são apenas alguns dos diferentes segmentos que tiveram a comunicação visual por ele assinada.
 
Mais sobre Dela Fiori:
http://www.voceconecta.com/dela

Labanca lança segundo álbum da carreira

Cantora mineira apresenta ao público ID, um trabalho totalmente autoral com a produção musical de U.Got

Uma grande novidade acaba de ser lançada no mercado musical. A cantora mineira Labanca apresenta ao público o seu segundo álbum, intitulado ID. O trabalho, viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, traz 10 canções autorais e conta com a produção de U.Got, produtor responsável pelo álbum de lançamento de Cleo Pires e idealizador e apresentador do programa Música na Mochila, do Canal BIS.

Neste trabalho, a cantora, que começou cantando e compondo jazz, traz as influências de sua vida que vão do pop ao R&B. "Estava com saudade de entrar em estúdio para gravar um álbum novamente. Acho que essa cultura dos singles não combina muito comigo e estou muito feliz com o parceiro que escolhi para produzir esse trabalho. O U.Got me ajudou muito nesse processo de me conhecer melhor musicalmente e, mais do que autoral, eu esse é um álbum autobiográfico", diz Labanca.

Faixas do álbum
1 - Mania de Sonhar
2 - Quero Ser Feliz
3 - Afinar
4 - Cavalo Branco
5 - Casal de Filme
6 - Clichê
7 - Sou Poeta
8 - Eu Quero Eu Posso
9 - Canto do Ouvido
10 - Hollywood

O primeiro álbum de Labanca, lançado em 2015, teve a produção do baixista e produtor PJ, do Jota Quest, e contou com canções autorais, releituras da banda The Killers, Charlie Brown Jr e ganhou composição inédita de Rogério Flausino, PJ e Nelson Mota, conquistando repercussão nacional. De lá para cá, as músicas da artista atingiram milhões de views nas plataformas digitais. Em 2016, produziu canções sob a direção do renomado produtor musical Rick Bonadio. No ano de 2017, apresentou ao público o single "Só Eu E Você" , uma deliciosa balada pop com bit envolvente e sensual, que ganhou ainda mais peso com o rap de Dubeat, que também participa do clipe. Em seguida, lançou o single "Eu Quero Eu Posso" , de autoria da famosa HitMaker, com a produção de Rick Joe, e clipe lançado pelo canal Kondzilla, conquistando milhões de visualizações no Youtube e execuções no Spotify.

Sobre a cantora
Desde pequena, a mineira Maíra Labanca já vivia com um microfone improvisado nas mãos, andando pela casa, numa prenúncia clara de que ali estava uma artista genuína. Aos 9 anos, ingressou no coral da escola e no curso de teatro. Descoberta em um concurso de novos talentos, montou banda de pop rock, flertou com o jazz no início de sua carreira e cantou nos maiores festivais do gênero.

Com a maturidade musical, veio também a certeza de que o que ela queria mesmo era seguir pelos caminhos do Pop. Lançou seu primeiro álbum de forma totalmente independente. Não demorou muito até que o seu som fosse ouvido por Rick Bonadio. Alguns meses depois, com contrato assinado, teve início uma nova etapa de sua carreira, consolidando sua personalidade artística, através de um trabalho consistente e maduro. Labanca segue sua trajetória, construindo uma carreira sólida, própria de uma artista de personalidade marcante e que, desde sempre, sabia aonde queria chegar.
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